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Com foco em responsabilidade social e elaboração de projetos, com inovação e credibilidade, oferecemos as organizações do terceiro setor e empresas, consultorias e assessorias com eficiência.

Através dos valores centrais como a congruência, foco em resultado, respeito a diversidade e inovação, o objetivo é tornar a entidade ou empresa cliente inovadora na gestão de projetos com a busca da excelência e performance.

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Notícias aos visitantes. Atenção!

Estimados amig@os,

O acesso às informações de qualidade é importante para a nossa vida, uma vez que orientam a nossa prática e contribuem na compreensão da realidade. A classe dominante brasileira transformou os seus veículos de comunicação (televisão, internet, revistas semanais e jornais da chamada grande mídia) em trincheiras de luta ideológica contra a classe trabalhadora e contra o povo brasileiro.

Dentro dessa lógica, a elite usa e abusa da manipulação de informações e de análises distorcidas, para justificar seus falsos valores, modos de vida e formas de dominação. Ao mesmo tempo, procura satanizar, desmoralizar e criminalizar os movimentos sociais e a luta social na defesa dos direitos do povo e da construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

A classe dominante defende os mecanismos da dominação capitalista, a exploração do trabalho, a extração da mais-valia e a acumulação gerada pelo consumismo individualista, mesmo com o suor e lágrimas de milhões de brasileiros que trabalham e ficam com uma parte muito pequena da riqueza gerada com o seu esforço, suor e preocupações cotidianas.

Os movimentos sociais do campo e da cidade constroem desde janeiro de 2003 um conjunto de veículos de comunicação para tentar romper a barreira de hegemonia da classe dominante.

Temos como ferramentas o nosso jornal impresso BRASIL DE FATO, uma agência de notíciaswww.brasildefato.com.br e uma agência de rádio, a RADIOAGÊNCIA NP. Além da construção desses meios de comunicação, procuramos enviar boletins eletrônicos com informações sistematicamente e estamos nas redes sociais (como no Twitter e Facebook).

Desenvolvemos também, junto aos movimentos sociais, uma prática de editar jornais impressos de especiais, de caráter popular, sobre temas específicos da luta de classes, sobre grandes temas nacionais.

Esses jornais especiais têm uma circulação milhares de exemplares. Fizemos uma edição especial sobre as mudanças no Código Florestal, com uma tiragem de 500 mil exemplares. Estamos fazendo uma campanha para lançar uma jornal sobre o livro a PRIVATARIA TUCANA(clique aqui para contribuir), um tema importante que a grande imprensa escondeu, apresentando as principais denúncias. Vamos lançar também um jornal especial para a conferência CÚPULA DOS POVOS, que acontecerá durante a Rio+ 20, em junho.

Dessa forma, buscamos abrir um debate nacional sobre grandes temas com a sociedade, com reportagens que ajudem todos os cidadãos, que lutam por uma vida melhor e por uma sociedade fraterna.

O Brasil de Fato é fruto da construção dos movimentos sociais, da militância e de muitas entidades que apoiam esse projeto, além do trabalho militante de dezenas de profissionais da comunicação, que encontram em nossos veículos um espaço aberto para exercer o jornalismo.

O desafio é ampliar cada vez mais o número de leitores e de assinantes. As assinaturas, a melhor forma de garantir o acesso às informações impressas, são o modo de sustentação desse sistema de comunicação popular.

Faça parte desse projeto de comunicação popular. Se você já for assinante, promova a assinatura dos seus amigos, dê de presente. Caso você ainda não seja assinante, faça a sua assinatura.

O jornal trabalha com a forma de parcelamento no cartão de crédito (acesse o formulário online onde consta a opção de pagamento no cartão de crédito).

Contamos com o seu indispensável apoio. Sem o apoio de cada cidadão brasileiro com preocupado com a resolução dos grandes problemas do país, não será possível travar essa batalha na comunicação.

Se você pertence a algum movimento, participa de alguma atividade política e cultural ou gosta de escrever, envie também seus textos. Estimule também as pessoas do seu trabalho, igreja, escola/universidade e movimento social que enviem noticias para o Jornal Brasil de Fato. Certamente aproveitaremos nos nossos veículos.

Um forte abraço a todos e todas.

 

João Pedro Stedile

membro do conselho do Brasil de Fato pelos movimentos sociais

Nilton Vianna

editor-chefe do Brasil de Fato e da coordenação do conselho editorial

 

  • Iniciativas buscam ampliar cultura de transparência

Em uma época em que organizações não-governamentais sofrem um processo de criminalização pública, causado pelo vínculo suspostamente ilícito de parte delas com o poder público, ações para ampliar a cultura de transparência do setor social avançam no Brasil.A mais recente vem da Abong, que implementou, ao longo de 2011, o projeto “Transparência e legitimidade das organizações da sociedade civil – Fortalecimento da esfera pública no Brasil”.

A iniciativa, que engloba um site referência e um estudo, “
Cultura e Práticas de Transparência na Internet – Mecanismos Adotados pelas Associadas da ABONG”, pretende ser uma contribuição para garantir maior legitimidade e credibilidade das associadas e organizações de mesmo perfil político, interferindo positivamente em sua sustentabilidade política e financeira. Mais do que isso, segundo Vera Masagão, integrante da diretoria executiva da Abong, abre-se um espaço de divulgação e análise do conceito de transparência, bem como de troca de instrumentais e experiências de prestação de conta.

Dividido em seis capítulos, o estudo é uma análise sobre a transparência e legitimidade das organizações da sociedade civil brasileira, de autoria de Fabiano Angélico, especialista em transparência, accountability e combate à corrupção pelo Centro de Direitos Humanos da Universidade do Chile. Ao explorar o contexto internacional e brasileiro, além de apostar em um esclarecimento conceitual e metodológico, o trabalho tem como fim democratizar ferramentas de transparência e prestação de contas.

Enquanto isso, o
hotsite de transparência
tem como foco rebater o contexto de criminalização e tentativas de deslegitimação do trabalho das organizações e movimentos sociais. A idéia, aqui, é motivar um espaço destinado para divulgação e análise do conceito de transparência, além de troca de ferramentas e experiências nesse assunto.

Investidores
Com o objetivo de alcançar uma maior legitimidade do setor de investimento social privado no Brasil, o GIFE tem, nos últimos anos, promovido uma série de iniciativas para elevar os padrões de Governança de seus associados (136). No ano passado, o grupo iniciou um movimento pela Transparência e Prestação de Contas por parte das fundações e institutos.

“A pressão da sociedade, dos indivíduos e dos governos por prestação de contas tem relação direta com dois fenômenos. Em primeiro lugar foi o próprio crescimento e profissionalização do setor, que passou a ter cada vez mais importância econômica. Em segundo lugar a crise de 2009 provocou em vários países uma espécie de ‘consolidação do setor’ na concorrência por recursos cada vez mais escassos”, afirma o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti.

O GIFE recomenda que as organizações que compõem a rede publiquem, até 30 de junho de cada ano, suas prestações de contas relativas ao ano anterior nos seus respectivos websites. Entende-se Prestação de Contas de forma ampla, ou seja, ela inclui os diversos itens descritos abaixo:

Itens Básicos:
• Missão e Objetivos Estratégicos
• Composição do(s) Conselho(s) - nome de cada integrante
• Composição da Diretoria e Equipe Executiva - nome de cada integrante
• Composição da Assembleia Geral (só p/ Institutos) - nome de cada integrante
• Relatório de Atividades (Ano Anterior)
• Demonstrações Contábeis e Financeiras (Ano Anterior)
• Parecer dos Auditores Independentes (Ano Anterior)

Itens Avançados:
• Critérios utilizados para definição de beneficiários ou público-alvo
• Plano de Ação para o ano corrente
• Indicadores de Impacto e/ou Resultados Atingidos (Ano Anterior)
• Objetivos Estratégicos e Metas para os Indicadores (Ano Corrente)

“Trata-se de uma espécie de auto-regulação. Acreditamos que, num primeiro momento, é possível disponibilizar essas informações publicamente. Com a evolução da prestação de contas, iremos elevar as exigências e a complexidade do que deve ser divulgado”, garante o secretário-geral.

Profissionalização
A profissionalização de gestores para garantir a transparência das organizações sociais também tem sido uma preocupação do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento Social). Desde 2008, a instituição tem implantado, em diversos países, o programa Desenvolvimento de Princípios de Transparência e Prestação de Contas em Organizações da Sociedade Civil. No Brasil, a iniciativa foi concluída em outubro do ano passado com apoio da ONG Parceiros Voluntários, que realizou qualificações em organizações de 82 municípios gaúchos.
“Para o desenvolvimento dos Princípios e a aplicação da metodologia, a ONG criou uma diversificada Rede Colaborativa formada por profissionais dos Conselhos de Administração, Contabilidade, OAB, Ministério Público, entre outros, que tem a função de assessorar, voluntariamente, os dirigentes das organizações sociais que participam do curso Educando para a Transparência, desenvolvido em módulos que somam o total de 80 horas presenciais e 20 horas de atividades semipresenciais”, explicou a Presidente (Voluntária) da ONG Parceiros Voluntários, Maria Elena Pereira Johannpeter.

Segundo ela, após as capacitações, as OSCs recebem o acompanhamento de um consultor especialista e voluntário durante o período de dez meses. “Com a implementação e incorporação dos Princípios de Transparência, muitas instituições capacitadas já apresentaram importantes melhorias em seus processos, alinhados ao efetivo cumprimento de sua Missão e do seu posicionamento perante a comunidade, através da incorporação de três referenciais fundamentais: Responsabilidade de cumprir com seus compromissos; Responsabilidade de prover informações confiáveis e transparentes e; Responsabilidade por suas ações e decisões.

Em tempo
Entre os dias 18 e 20 de maio deste ano, haverá a
1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, conhecida como a Consocial, realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU), pelo decreto presidencial de 8 dezembro de 2010. Para esse evento, estão acontecendo etapas preparatórias desde julho do ano passado e irão até abril deste ano em todo o País, representados por cerca de 1.200 delegados para a etapa nacional em maio, em Brasília.

O tema central do encontro é a Sociedade no Acompanhamento e Controle da Gestão Pública e tem o objetivo de promover a transparência pública e estimular a participação da sociedade no acompanhamento e controle da gestão pública, para contribuir por um controle social mais efetivo e democrático.”Cerca de 60% dos delegados são representantes da sociedade civil, segmento do qual participam as organizações sociais”, pontua o coordenador-executivo nacional da Consocial, Fábio Félix Cunha da Silva. Segundo ele, a principal ideia é identificar propostas e diretrizes prioritárias para subsidiar na construção de um Plano Nacional sobre Transparência e Controle Social.

Leia também:

Fundações e ONGs: transparência para gerar confiança
Proposta busca maior transparência entre governo e sociedade civil

Fonte: Gife.org.br

 

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